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Obesidade aumenta as chances de coágulos pulmonares perigosos em pacientes com COVID-19

A obesidade piora o COVID-19 e pode levar a coágulos sanguíneos mortais nos pulmões. Os pesquisadores disseram que pacientes obesos com COVID-19 podem ter quase três vezes o risco de desenvolver o que é conhecido como embolia pulmonar. Os médicos podem utilizar nossas descobertas para ajudar a determinar quais pacientes devem avaliar a embolia pulmonar com angiografia por TC pulmonar, já que os sintomas do COVID-19 e da embolia pulmonar se sobrepõem. Endocrinologista Taguatinga

obesidade

A detecção precoce de embolia pulmonar pode permitir tratamento imediato com anticoagulação e minimizar problemas clínicos. Pacientes obesos hospitalizados com COVID-19 devem ser avaliados quanto a aumentos na coagulação, indicados pelo aumento do dímero D – um exame de sangue para coagulação.

De acordo com o estudo, 22% dos 328 pacientes que sofrem de COVID-19 que tinha uma tomografia computadorizada angiografia teve uma embolia pulmonar. Os pesquisadores também descobriram que pacientes que tomavam estatinas para baixar o colesterol antes de tomar COVID-19 eram menos propensos a apresentar embolia pulmonar.

Mais estudos são necessários para determinar se as estatinas têm um efeito protetor contra a embolia pulmonar em pacientes com COVID-19. um estudo recente sugere que os pacientes com COVID-19 devem ser colocados em anticoagulantes para evitar a coagulação. A obesidade pode piorar o COVID-19 porque está associado a um aumento da inflamação. A inflamação também aumenta o risco de coagulação. Endocrinologista Florianopolis

Este estudo ressalta um ponto que está se tornando mais conhecido sobre o COVID-19 – que a obesidade leva a uma cascata inflamatória. Sabemos que os produtos químicos inflamatórios aumentam com a obesidade. Esse é o mecanismo suspeito de por que os pacientes obesos correm maior risco de complicações. A inflamação pode levar a coágulos sanguíneos, embora isso não tenha sido comprovado.

As complicações do COVID-19 que estamos vendo são inflamação e uma tempestade de citocinas, que causa inflamação nas artérias e coágulos sanguíneos por todo o corpo – e a obesidade é a culpada em pacientes de alto risco. Dizer que é por isso que estamos vendo mais embolia pulmonar em pacientes obesos é plausível. São pequenos números iniciais, mas é uma descoberta muito importante e não é surpreendente. Angiologista Taguatinga

Mas se as estatinas são protetoras é algo que deveria ser cuidadosamente estudado. Não há razão clara para iniciar pacientes obesos com estatinas se eles ainda não os tomavam quando foram internados no hospital. Pacientes obesos com COVID-19 precisam dos mesmos cuidados que outros pacientes. Isso inclui anticoagulação. Muitas das complicações do COVID-19 parecem ser causadas pela coagulação, e iniciar pacientes com anticoagulantes pode se tornar um tratamento padrão.

Já estamos começando a analisar a anticoagulação preventiva. Já é algo de que estamos muito conscientes, mas este estudo adiciona evidências a uma correlação direta entre obesidade e coágulos sanguíneos, é isso que há de novo aqui.

O que é Obesidade?

A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal. Pode ser diagnosticada por meio do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Ele é calculado dividindo-se o peso (em Kg) do paciente pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal. Entre 25,0 e 29,9, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.

A obesidade mórbida é quando o valor do IMC ultrapassa 40. Nesse caso, o tratamento inicial além das mudanças de estilo de vida sempre inclui medicamentos e até cirurgia bariátrica pode ser recomenda.

A obesidade é fator de risco para várias doenças:  hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, tumores de intestino e de vesícula. Se não tratada adequadamente, pode até levar à morte.
Pode estar associada à herança genética, mas muitas vezes está é causada por alimentação inadequada. Em alguns casos, decorre de alterações hormonais.
A obesidade pode acarretar diminuição dos níveis de testosterona, levando à redução da libido e disfunção erétil em homens. Já nas mulheres, existe uma redução dos níveis de hormônio feminino e aumento no nível dos hormônios masculinizantes. As mulheres podem ter  aumento de pelos, irregularidade menstrual e redução da fertilidade. O tratamento visa à diminuição das complicações e promover uma melhor qualidade de vida e bem estar físico e psíquico.

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Mas o uso prolongado de antidepressivo pode me afetar?

De  acordo com o periódico científico “The BMJ” o uso prolongado de medicamentos antidepressivos foi associado a um aumento sustentado no risco de ganho de peso ao longo de cinco anos.

Segundo os cientistas, pacientes que foram medicados com os 12 remédios mais usados para tratar a depressão tiveram mais chance de elevar sua massa corporal do que pessoas que não tomaram antidepressivos nesse período. O risco se mostrou mais elevado no segundo e no terceiro ano de tratamento.

Caso você já sofra de obesidade, recomendamos as seguintes clínicas para tratamento:

Endocrinologista Brasília Df

Clínica de Endocrinologia em Brasília