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A pesquisa mostrou que o uso de maconha durante a gravidez pode aumentar o risco de natimortos, prematuros e baixo peso ao nascer.

Agora, um novo estudo adiciona outro perigo: as crianças cujas mães usaram maconha durante a gravidez podem estar em maior risco de autismo.

E o aumento do perigo não era pequeno: usando dados sobre cada nascimento, entre abril de 2007 e março de 2012, os pesquisadores de universidade descobriram que mulheres grávidas que usaram cannabis tinham 1,5 vez mais probabilidade de ter um filho com autismo do que mulheres que não o fizeram.

Havia meio milhão de mulheres incluídas na amostra, e cerca de 3.000 delas disseram que usaram maconha durante a gravidez. O banco de dados não incluiu as particularidades do uso de maconha por essas mulheres – como, com que frequência ou quanto elas a usavam.

Em um estudo anterior, os mesmos pesquisadores descobriram que o uso de maconha durante a gravidez estava associado a um risco aumentado de parto prematuro e outros resultados adversos do parto.

Os pesquisadores usaram esse novo estudo para determinar se havia mais impactos de longo prazo na saúde de crianças cujas mães usaram maconha durante a gravidez.

Eles fizeram isso combinando dois bancos de dados de saúde, um que rastreia diagnósticos (incluindo autismo) e outro que rastreia os resultados do nascimento em geral.

Houve uma ligação entre esses dois registros, para que possamos comparar os dados de nascimento com os resultados dos bebês dessa gravidez mais tarde na vida. Psiquiatra SP

Para mostrar que o uso de maconha por si só estava ligado ao aumento do risco de autismo, os pesquisadores analisaram especificamente 2.200 mulheres que usaram maconha, mas não usaram outras substâncias durante a gravidez.

Ainda assim, vários fatores podem contribuir para um risco aumentado de autismo. O estudo mostra apenas que o uso de maconha durante a gravidez pode estar associado ao autismo – não que ele definitivamente o cause.

Mulheres grávidas que usam maconha não o fazem apenas para fins recreativos – algumas dizem que a usam para tratar dores ou enjoos matinais.

Muitos dos pacientes com os quais ela trabalha usam maconha para aliviar as náuseas ou perguntam se deveriam. Essas mulheres dizem que essa é a única coisa que ajuda.

O mecanismo pelo qual o uso de maconha durante a gravidez pode afetar os resultados do parto e a saúde do bebê não é totalmente compreendido. Ainda assim, a maioria dos especialistas aponta para estudos em animais que encontraram receptores de cannabis no cérebro de embriões de animais com apenas 5 a 6 semanas de idade. Psiquiatra Brasilia

Quando uma mulher grávida consome maconha, esses receptores de cannabis seriam ativados, afetando potencialmente o desenvolvimento do cérebro do bebê.

O número de mulheres que usaram maconha durante a gravidez pode ser muito maior do que o relatado pelo estudo, visto que algumas podem ter negado o uso porque a maconha recreativa era ilegal quando os dados foram coletados.

A legalização nacional da cannabis recreativa no Canadá em 2018 foi um catalisador para o estudo. Médicos disseram que temiam que a legalização pudesse levar a um aumento no uso de maconha entre mulheres grávidas, apesar da falta de evidências de que seja segura.

O uso de maconha entre mulheres grávidas nos Estados Unidos e no Brasil já está aumentando, de acordo com o Instituto Nacional de Abuso de Drogas: 7% das mulheres grávidas relataram usar a droga em uma pesquisa 2016-2017. Psiquiatra Taguatinga

A gravidez é um período altamente sensível e as mulheres realmente não devem usar nenhuma substância que não tenham que usar durante a gravidez.

Introdução aos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento

O termo “distúrbios generalizados do desenvolvimento“, também chamado de TID, refere-se a um grupo de condições que envolvem atrasos no desenvolvimento de muitas habilidades básicas, principalmente a capacidade de socializar com os outros, de se comunicar e de usar a imaginação. As crianças com essas condições geralmente ficam confusas em seus pensamentos e geralmente têm problemas para entender o mundo ao seu redor.

Como essas condições geralmente são identificadas em crianças por volta dos 3 anos de idade – um período crítico no desenvolvimento da criança – elas são chamadas de distúrbios do desenvolvimento. Embora a condição comece muito antes dos 3 anos de idade, os pais geralmente não percebem um problema até que a criança não esteja andando, conversando ou se desenvolvendo, assim como outras crianças da mesma idade.

Transtorno Invasivo do Desenvolvimento

Que condições são consideradas distúrbios invasivos do desenvolvimento?

Existem cinco tipos de distúrbios generalizados do desenvolvimento:

Autismo: crianças com autismo têm problemas com interação social, fingir brincar e comunicação. Eles também têm uma gama limitada de atividades e interesses. Muitas (quase 75%) das crianças com autismo também apresentam algum grau de retardo mental. Psiquiatra DF

Síndrome de Asperger: assim como as crianças com autismo, as crianças com síndrome de Asperger têm dificuldade com a interação e a comunicação social e têm uma gama estreita de interesses. No entanto, crianças com Asperger têm inteligência média ou acima da média e desenvolvem-se normalmente nas áreas da linguagem e cognição (os processos mentais relacionados ao pensamento e ao aprendizado). As crianças com Asperger também costumam ter dificuldade em se concentrar e podem ter pouca coordenação.

Transtorno desintegrativo da infância: crianças com essa condição rara começam seu desenvolvimento normalmente em todas as áreas, físicas e mentais. Em algum momento, geralmente entre 2 e 10 anos de idade, uma criança com esta doença perde muitas das habilidades que desenvolveu. Além da perda de habilidades sociais e de linguagem, uma criança com distúrbio desintegrativo pode perder o controle de outras funções, incluindo o controle do intestino e da bexiga. Psiquiatra Taguatinga

Síndrome de Rett: crianças com esse distúrbio muito raro apresentam os sintomas associados a um TID e sofrem de problemas no desenvolvimento físico. Eles geralmente sofrem a perda de muitas habilidades motoras ou de movimento – como caminhar e usar as mãos – e desenvolvem uma coordenação deficiente. Essa condição foi associada a um defeito no cromossomo X, por isso quase sempre afeta as meninas.

Transtorno invasivo do desenvolvimento não especificado de outra forma (TID-SOE): Esta categoria é usada para se referir a crianças que têm problemas significativos com a comunicação e o brincar, e algumas dificuldades em interagir com outras pessoas, mas são sociais demais para serem consideradas autistas. Psiquiatra Brasilia

Quais são os sintomas dos transtornos invasivos do desenvolvimento?

O uso da palavra “difundida” para descrever essas doenças é um tanto enganador. A definição de difusão é “estar presente o tempo todo”, mas as crianças com TID geralmente não têm problemas em todas as áreas de funcionamento. Em vez disso, a maioria das crianças com TID possui áreas problemáticas específicas e geralmente funciona muito bem em outras áreas.

Crianças com TID, como o autismo, podem exibir uma ampla gama de sintomas que podem variar em gravidade, de leve a incapacitante. Eles também variam amplamente em suas habilidades, inteligência e comportamento individuais. Psicologa Brasilia

Os sintomas gerais que podem estar presentes em algum grau em uma criança com TID incluem:

  • Dificuldade na comunicação verbal, incluindo problemas no uso e no entendimento da linguagem;
  • Dificuldade na comunicação não verbal, como gestos e expressões faciais;
  • Dificuldade com a interação social, incluindo se relacionar com as pessoas e com os arredores;
  • Maneiras incomuns de brincar com brinquedos e outros objetos;
  • Dificuldade em se adaptar às mudanças no ambiente rotineiro ou familiar;
  • Movimentos corporais repetitivos ou padrões de comportamento, como bater as mãos, girar e bater a cabeça;
  • Alterando a resposta ao som. (A criança pode ser muito sensível a alguns ruídos e parecer não ouvir outros.);
  • Birras de temperamento;
  • Dificuldade em dormir;
  • Comportamento agressivo;
  • Medo ou ansiedade (nervosismo).

Transtornos factícios são condições em que uma pessoa age como se tivesse uma doença física ou mental quando não está realmente doente. Transtorno factício por procuração é quando uma pessoa age como se uma pessoa sob seus cuidados tivesse uma doença quando não o fez.

Pessoas com distúrbios factícios deliberadamente criam ou exageram os sintomas de uma doença de várias maneiras. Eles podem mentir ou fingir sintomas, se machucar para provocar sintomas ou alterar testes (como contaminar uma amostra de urina) para fazer parecer que eles ou a pessoa sob seus cuidados estão doentes. Psiquiatra Taguatinga

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Pessoas com distúrbios factícios se comportam dessa maneira devido a uma necessidade interna de ser vista como doente ou ferida, para não obter um benefício claro, como ganho financeiro. Pessoas com distúrbios factícios estão até dispostas e, às vezes, ansiosas para passar por testes e operações dolorosas ou arriscadas, a fim de obter a simpatia e atenção especial dada às pessoas que estão verdadeiramente doentes ou que têm um ente querido que está doente. Transtornos factícios são considerados doenças mentais porque estão associados a graves dificuldades emocionais.

Muitas pessoas com distúrbios factícios também sofrem de outras condições mentais, principalmente distúrbios de personalidade. Pessoas com transtornos de personalidade têm padrões antigos de pensamento e ação que diferem do que a sociedade considera habitual ou normal. Essas pessoas geralmente também têm habilidades e problemas de enfrentamento deficientes, formando relacionamentos saudáveis. Psiquiatra Brasilia

Os distúrbios factícios são semelhantes a outro grupo de transtornos mentais chamados distúrbios somatoformes, que também envolvem a presença de sintomas que não são devidos a doenças físicas ou mentais reais. A principal diferença entre os dois grupos de distúrbios é que as pessoas com distúrbios somatoformes não fingem sintomas ou enganam outras pessoas sobre seus sintomas de propósito.

Tipos de distúrbios factícios

Existem quatro tipos principais de distúrbios factícios, incluindo:

  • Transtorno factício com sintomas principalmente psicológicos: como a descrição indica, as pessoas com esse distúrbio imitam um comportamento típico de uma doença mental, como a esquizofrenia. Eles podem parecer confusos, fazer afirmações absurdas e relatar alucinações, a experiência de sentir coisas que não existem; por exemplo, ouvindo vozes. A síndrome de Ganser, às vezes chamada de psicose na prisão, é um distúrbio factício que foi observado pela primeira vez em prisioneiros. Pessoas com síndrome de Ganser apresentam episódios curtos de comportamento bizarro, semelhantes aos mostrados por pessoas com doenças mentais graves.
  • Transtorno factício com sintomas principalmente físicos: as pessoas com esse distúrbio afirmam ter sintomas relacionados a uma doença física, como sintomas de dor no peito, problemas estomacais ou febre. Às vezes, esse distúrbio é chamado de síndrome de Munchausen, em homenagem ao Barão von Munchausen, um oficial alemão do século 18 que era conhecido por embelezar as histórias de sua vida e experiências. Psicologa Brasilia
  • Transtorno factício com sintomas psicológicos e físicos: as pessoas com esse distúrbio produzem sintomas de doenças físicas e mentais.
  • Transtorno factício não especificado de outro modo: esse tipo inclui um distúrbio chamado transtorno factício por procuração (também chamado de síndrome de Munchausen por procuração). Pessoas com esse distúrbio produzem ou fabricam sintomas de doença em outra pessoa sob seus cuidados. Ocorre com mais frequência em mães (embora possa ocorrer em pais) que intencionalmente prejudicam seus filhos para receber atenção.

Muitos transtornos de ansiedade se desenvolvem primeiro na infância ou adolescência. Embora alguns possam resolver, muitos persistem na idade adulta. Alguns sintomas de ansiedade estão relacionados ao desenvolvimento infantil. Por exemplo, a ansiedade de separação é normal em crianças pequenas. No entanto, quando o medo de ficar longe dos pais persiste ou interfere no desenvolvimento normal, o transtorno de ansiedade de separação é diagnosticado. A ansiedade de separação pode começar após um evento traumático, como a morte de um ente querido. No entanto, se o medo é mais sobre o trauma, e não especificamente sobre a separação dos cuidadores da criança, um distúrbio de estresse agudo ou um diagnóstico de transtorno de estresse pós-traumático podem ser mais apropriados.

transtorno de ansiedade

Mutismo seletivo refere-se à incapacidade de falar em situações sociais em que existe expectativa de falar (como a escola), mas eles ainda são capazes de falar em outros contextos. Quando esse padrão persiste e causa problemas na escola, no trabalho ou em outro desempenho, o mutismo seletivo é diagnosticado. Clinica de Psiquiatria em Brasilia

As semelhanças e diferenças nos sintomas de ansiedade em adultos em comparação com crianças e adolescentes dependem da condição específica que está causando a ansiedade. Por exemplo, sintomas de fobia social ou fobia específica são bastante semelhantes em crianças e adolescentes em comparação com adultos, exceto que crianças e adolescentes têm menos probabilidade de reconhecer que seus pensamentos ou comportamentos são irracionais. Os sintomas de ansiedade em crianças e adolescentes tendem a ser consistentes com a maneira como expressam sentimentos em geral. Por exemplo, crianças mais jovens são menos capazes de expressar sentimentos verbalmente em comparação com crianças mais velhas e, portanto, tendem a expressar ansiedade reclamando de sintomas físicos, como dores de estômago ou dores de cabeça. Psiquiatra em Brasilia. Eles também são mais propensos a chorar, ter birras ou ficar pegajosos. Em contraste com as crianças mais novas, os adolescentes tendem a expressar sintomas de ansiedade de maneira semelhante aos adultos. No entanto, é mais provável que os adolescentes exibam ansiedade do que adultos, ficando irritados ou com raiva. Os adolescentes ansiosos também têm maior probabilidade de apresentar grandes variações de humor, do normal para o ansioso, zangado e irritável.

Ansiedade em homens e mulheres

Os transtornos de ansiedade são diagnosticados em mulheres duas vezes mais que nos homens. É difícil determinar se as mulheres são mais suscetíveis a transtornos de ansiedade ou se os homens têm menos probabilidade de reconhecer ou relatar sintomas e, portanto, são diagnosticados com menos frequência. Da mesma forma, diferenças em como homens e mulheres experimentam ou reconhecem sintomas de ansiedade também podem influenciar o diagnóstico de transtorno de ansiedade. Psiquiatra Brasilia

Estudos indicam que os homens parecem experimentar efeitos da ansiedade de maneira diferente em comparação às mulheres. Especificamente, os homens tendem a exibir mais sintomas psicológicos de ansiedade, como tensão, irritabilidade e uma sensação de destruição iminente. Por outro lado, as mulheres tendem a desenvolver mais sintomas físicos como dor no peito, palpitações, insônia, falta de ar e náusea. Além disso, parece que as mulheres com tais sintomas físicos de ansiedade correm mais risco de desenvolver problemas cardíacos.

ansiedade pode ser descrita como a resposta a uma ameaça futura ou possível. A ansiedade está intimamente relacionada ao medo, que é a resposta a uma ameaça imediata real ou percebida. O medo e a ansiedade são respostas evoluídas normais em humanos e animais, e as respostas físicas estão ligadas ao sistema de “luta ou fuga”. O sistema nervoso autônomo controla a resposta de luta ou fuga no corpo, e essa resposta geralmente inclui dilatação das pupilas nos olhos, aumento da freqüência cardíaca e aumento da respiração / respiração. As respostas de ansiedade podem incluir maior vigilância (prestando atenção ao ambiente) e tensão muscular. A ansiedade pode ser construtiva, como melhorar o desempenho em um teste, evento esportivo ou falar em público. Embora sejam respostas normais e frequentemente respostas úteis ao perigo, a ansiedade pode causar problemas quando é ativada com muita facilidade, não é desativada quando o perigo está ausente ou quando a resposta é muito forte. Ansiedade excessiva que causa sofrimento ou prejuízo, que interfere na função normal ou evita atividades importantes e pessoas na vida, é considerada um distúrbio de ansiedade.

ansiedade

Quais são os tipos de transtornos de ansiedade?

Os transtornos de ansiedade são diferenciados com base no tipo de objeto ou situação que causa medo, ansiedade ou evitação, bem como nos padrões de pensamento associados ao medo ou à ansiedade. Para ser considerado um transtorno de ansiedade, o medo ou ansiedade também deve ser persistente (durando geralmente seis meses ou mais), e não uma fase normal de desenvolvimento (por exemplo, uma criança com medo de ficar longe dos pais). Os transtornos de ansiedade geralmente começam na infância, mas persistem na idade adulta. Psiquiatra Taguatinga

Os transtornos de ansiedade mais comuns são fobias específicas. Fobias específicas são um medo excessivo de um objeto ou situação específica, como aranhas (aracnofobia), alturas (acrofobia), voo ou espaços fechados (claustrofobia). A maioria das pessoas sabe que seus medos (fobias) são excessivos, mas geralmente se sentem impotentes para controlá-los. Às vezes, uma fobia pode começar após um evento traumático (por exemplo, ficar preso em um espaço pequeno; ver alguém ferido por um animal), mas os sintomas estão relacionados ao medo e não relacionados à re-experiência do trauma (por exemplo, o os sintomas não se encaixam melhor no diagnóstico de transtorno de estresse pós-traumático.

No transtorno de ansiedade social (fobia social ou ansiedade de desempenho), as pessoas são excessivamente amedrontadas ou preocupadas com interações ou situações sociais que podem envolver serem observadas ou examinadas. A autoconsciência de ser observada pelos outros ou de se apresentar na frente dos outros é normal. No entanto, a ansiedade social é muito mais extrema e atrapalha a realização de atividades normais (e muitas vezes necessárias) com sucesso. A fobia social pode estar limitada a situações de desempenho (como falar, cantar, atuar etc. na frente de outras pessoas) ou pode ser mais geral e relacionada a muitas (ou todas) situações em torno de outras pessoas. Psiquiatra Brasilia

transtorno de ansiedade generalizada (TAG) é caracterizado por ansiedade persistente e excessiva e se preocupa com muitas áreas diferentes que são difíceis de controlar. Outros transtornos de ansiedade incluem transtorno de ansiedade de separação, mutismo seletivo, agorafobia (medo de ficar fora de casa em várias situações) e transtorno do pânico (ataques de pânico recorrentes inesperados e medo de ter mais ataques de pânico).

Quais são os sintomas e sinais de ansiedade?

Sintomas e sinais comuns de transtorno de ansiedade podem incluir:

  • inquietação ou nervosismo;
  • cansar-se facilmente, fadiga;
  • problemas de concentração, que também podem aparecer como problemas de memória ou atenção;
  • sentindo como se a mente estivesse “em branco”;
  • irritabilidade;
  • tensão muscular;
  • dores de cabeça;
  • problemas de sono (problemas para adormecer ou dormir sem descanso).

A ansiedade associada a medos específicos (fobia específica ou simples) ou social (fobia social) também pode resultar em evitar certas situações ou elevar os sintomas para desencadear um ataque de pânico. Psicologa Brasilia

Os ataques de pânico são episódios repentinos de intenso medo e/ou desconforto físico que atingem um pico em minutos. Sinais e sintomas específicos de ataques de pânico incluem sintomas físicos e emocionais, como:

  • palpitações (sensação de batimentos cardíacos rápidos e / ou irregulares);
  • dor no peito, aperto no peito ou outro desconforto, sentindo como se estivesse tendo um ataque cardíaco;
  • falta de ar ou dificuldade em respirar;
  • sudorese das palmas das mãos;
  • náusea ou outra dor de estômago;
  • tremendo ou tremendo;
  • sentir-se tonto, instável, tonto ou fraco;
  • desrealização (sentimentos de irrealidade) ou despersonalização (sentimento desapegado de si mesmo);
  • medo de perder o controle ou ficar louco;
  • sensação de dormência ou formigamento;
  • calafrios ou ondas de calor;
  • sentindo como se estivesse sufocando;
  • uma sensação de destruição iminente;
  • sentindo como se estivesse morrendo.

Pode ser possível prever quem desenvolverá doenças psicóticas, como esquizofrenia e transtorno bipolar , muito cedo no processo da doença, diz um novo estudo. O estudo encontrou cinco fatores que estavam frequentemente presentes antes do diagnóstico de um distúrbio psicótico em crianças que já apresentavam alto risco de tais distúrbios. Quando três ou mais desses fatores estavam presentes, o estudo encontrou uma probabilidade de 80% de desenvolver psicose em dois anos e meio. “Nem todo mundo que apresenta sintomas precoces desenvolve psicose. Mas, se identificarmos o grupo em que 80% desenvolverão psicose, os esforços de intervenção serão mais bem aplicados àqueles com maior risco”.

psicose infantil

Os sintomas da psicose são vistos em vários distúrbios da saúde mental , como transtorno bipolar, esquizofrenia, depressão e com algumas formas de abuso de álcool ou drogas , de acordo com a Academia Americana de Psiquiatria da Criança e do Adolescente (AACAP). Os dois sintomas psicóticos mais comuns são delírios e alucinações, de acordo com a AACAP. Os delírios são crenças falsas, mas firmemente mantidas. Alucinações são falsas percepções sensoriais, como ouvir vozes quando ninguém está falando. Psiquiatra Brasilia

Embora esses sintomas possam certamente ser perturbadores: “a maioria das pessoas com distúrbios psicóticos não é mais propensa à violência”. E este estudo não foi projetado para lidar com a violência ou o potencial de violência em pessoas com doenças psicóticas, por isso não está claro se a identificação e intervenção anteriores dessas doenças poderiam ajudar a prevenir incidentes como tiroteios nas escolas.

Cannon e seus colegas estudaram prospectivamente 291 jovens que procuraram tratamento em saúde mental em um dos oito diferentes centros de tratamento na América do Norte. A idade média dos participantes do estudo foi de 18 anos e todos procuraram tratamento para sintomas precoces de psicose, como pensamentos incomuns.

Durante os dois anos e meio de acompanhamento, 35% desse grupo desenvolveram doenças psicóticas. Psiquiatra DF

Os pesquisadores identificaram cinco fatores que poderiam ajudar a prever o eventual desenvolvimento de psicose. Isso incluía uma história familiar de esquizofrenia com recente deterioração do funcionamento; níveis mais altos de pensamentos incomuns; níveis mais altos de suspeita ou paranoia; maior comprometimento social; e uma história de abuso de substâncias.

Quando dois ou três desses fatores estavam presentes, as chances de doença psicótica aumentavam. Dois fatores aumentaram a probabilidade de doença psicótica para 68% e três fatores combinados aumentaram o risco para 80%. Psicologa Brasilia

“Este foi realmente um bom estudo em termos de tamanho e, uma vez replicado, pode aumentar o campo”, disse Christopher Lucas, professor associado de psiquiatria infantil e adolescente na Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York e diretor de o Serviço de Primeira Infância no Centro de Estudos da Criança da Universidade de Nova York.

Os pais precisam estar atentos a uma criança que se retira socialmente e deixa de participar de atividades que já desfrutou, de acordo com Cannon. Ele disse que geralmente não é até que uma criança receba tratamento de saúde mental que ela admite ter delírios ou ouvir vozes ou sentir um maior senso de suspeita, para que os pais não percebam esses sintomas. Os pais devem ser especialmente cautelosos com qualquer um desses sintomas se houver um histórico familiar de doenças psicóticas, de acordo com o estudo.

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade em Crianças ou TDAH Infantil

tdah

Fatos sobre TDA ou TDAH na infância (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade)

O transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é uma condição de saúde mental. Os sintomas de TDAH na infância incluem:

  1. dificuldade de concentração;
  2. problemas no controle de impulsos;
  3. atividade excessiva.

Embora não haja uma causa específica de TDAH , existem muitos fatores sociais, biológicos e ambientais que podem aumentar o risco de se desenvolver ou ser diagnosticado com o distúrbio.
Existem três subtipos de TDAH: apresentação predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa/impulsiva e combinada (desatenta, hiperativa e impulsiva).
Embora os medicamentos normalmente tratem o TDAH, a terapia comportamental , as acomodações da escola e o aconselhamento dos pais também são importantes para melhorar a capacidade de a criança funcionar. Psicologa em brasilia.

Os medicamentos mais comuns usados para tratar o TDAH são os medicamentos estimulantes. Cerca de 85% das crianças com TDAH correm risco de ter algum tipo de distúrbio na idade adulta.
As pessoas com TDAH correm um risco maior de ter também ansiedade , depressão , alterações de humor , problemas de abuso de drogas ou álcool , problemas interpessoais, problemas escolares durante a infância, bem como alguns problemas médicos, legais e de emprego a longo prazo durante a adolescência e a idade adulta. Psiquiatra DF.
Muitas das pesquisas mais recentes sobre TDAH em crianças concentram-se em como a exposição a toxinas ambientais pode aumentar o risco de desenvolver essa condição.

Quais são os tipos de TDAH (TDA)?

Existem três apresentações para o TDAH:
  1. Predominantemente hiperativo-impulsivo;
  2. Predominantemente desatento;
  3. Apresentação combinada (impulsiva, desatenta e hiperativa).

O rótulo de diagnóstico do TDAH evoluiu com o tempo. As dificuldades em prestar atenção foram descritas pelo médico que virou escritor de livros infantis, Heinrich Hoffmann, em “A história de Fidgety Philip”, um personagem que teve problemas para ficar parado. Enquanto o pediatra britânico, Sir George Frederic Still, é creditado como o primeiro a descrever todo o grupo de sintomas para o que hoje é conhecido como TDAH, ele viu que isso era causado por um problema de controle moral. Os rótulos anteriores para esta doença incluem doença hipercinética, reação hipercinética da infância, dano cerebral mínimo e disfunção cerebral mínima. Procure um psiquiatra para o tratamento de TDAH em adultos e crianças, psiquiatra brasilia.

Quais são os fatores de risco e as causas do TDAH em crianças?

Embora não exista uma causa única para o TDAH, existem vários fatores biológicos, ambientais e sociais que parecem aumentar o risco de uma pessoa desenvolver o distúrbio. Estudos de imagens do cérebro mostram que o cérebro de pessoas com TDAH tende a ser menor. As conexões entre certas partes do cérebro são menores e a regulação da dopamina neuroquímica no cérebro tende a ser menor do que nas pessoas que não têm essa condição. Verificou-se que algumas condições médicas apresentam uma maior ocorrência de TDAH em comparação com pessoas sem essas condições. Exemplos incluem convulsões, asma, bem como distúrbios gastrointestinais, como doença celíaca e sensibilidade ao glúten.
Os fatores de risco para o TDAH que podem ocorrer no útero incluem estresse materno, tabagismo ou exposição ao chumbo durante a gravidez e baixo peso ao nascer. Ser homem e ter um histórico familiar de TDAH aumentam a probabilidade de um indivíduo ser diagnosticado com TDAH. Essa doença também tem sido associada à exposição ao fumo do tabaco em casa (fumo passivo) ou ao chumbo durante a infância. Procure uma psicóloga pra tratar o TDAH em crianças. psicologa brasilia.
Socialmente, baixa renda familiar, baixa educação paterna, exposição a trauma na infância ou uma mudança repentina na vida são fatores de risco para o desenvolvimento de TDAH. As expectativas comportamentais baseadas na cultura de uma área, de um distrito escolar, cidade, estado ou país, também podem influenciar a frequência com que esse diagnóstico é feito.